Milena Lhano


12/08/2009


Ajude o seu filho a escolher a carreira

O que você vai ser quando crescer? Essa é a pergunta que todas as crianças e adolescentes já ouviram de alguém pelo menos uma vez na vida. Conforme a saída da escola vai se aproximando, a cobrança dos pais, da sociedade e do próprio adolescente vai aumentando. Para piorar a situação, há escolas que treinam os jovens para serem gênios, entrar na melhor faculdade do país e fazer os cursos de maior tradição e renome, sem se importar muito com a preferência, os sonhos e o perfil psicológico dos alunos.

Em meio a esse turbilhão de cobranças, que conta ainda com a revolução dos hormônios para tornar as coisas mais incompreensíveis, muitos adolescentes se confundem de vez com relação ao seu futuro e podem vir a desenvolver um quadro de depressão, síndrome do pânico e até tentativas de suicidio. Portanto, convém prestar mais atenção aos jovens que estejam passando por essa fase da vida e ao invés de bombardea-los com mais cobranças, comparações com pais e familiares e punições caso eles não entrem em nenhuma universidade, oferecer auxilio e mostrar compreensão com relação aos seus dramas e dilemas que são realmente reais.

Também é indicado encaminhar o jovem à orientação vocacional, pois com alguns instrumentos e a orientação de um profissional ele poderá adquirir maior segurança pessoal com relação a sua escolha. A grafologia, por exemplo, analisa através da escrita a personalidade da pessoa e identifica para qual área o perfil dela é mais indicado.

Para os casos de ansiedade, excesso de cobrança, pensamentos negativos e síndrome do pânico entre outros, o tratamento com os florais tem se tornado eficaz, uma vez que ele tem como função re-equilibrar as emoções da pessoa, superar traumas e evitar o estresse diante de situações de pressão.
Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga. Para mais informações, entre em contato: (11) 2910-4897 / lhano@uol.com.br

Escrito por milena Lhano às 20h20
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Fique atento ao seu relacionamento

Conforme vamos conduzindo a vida e vivenciando novas experiências, somos tomados tanto por emoções boas quanto ruins. Diante de emoções boas, o nosso corpo é tomado por sensações positivas de bem-estar, felicidade, tranqüilidade e calma, que nos enchem de saúde, força de vontade e disposição.

Entretanto, as experiências negativas, questões mal resolvidas, excesso de estresse, sobrecarga e cobrança fazem com que ocorra em nosso corpo uma desarmonia interna. As doenças então são a forma que o nosso corpo encontra de nos dizer que algo não está indo bem.

Muitas pessoas que sofrem de dor de estômago, enxaqueca, insônia e infecções entre outras enfermidades não têm consciência que esses problemas podem ter origem na desarmonia causada por problemas afetivos e de relacionamento.

O excesso de expectativa e cobrança em relação ao companheiro (ou companheira) pode resultar em dor de estômago, gastrite e até ulceras. A insônia pode ter origem nas preocupações infundadas e insegurança com relação ao parceiro, e até imaginações fantasiosas pelo excesso de ciúme. Quem tem medo de se entregar ao outro e de "entrar de cabeça" no relacionamento pode apresentar problemas intestinais.

A vida profissional e o relacionamento com os colegas no ambiente de trabalho contribuem (e muito) para o surgimento de doenças. Quem se desdobra para conciliar a vida profissional e pessoal, pode sofrer com dores no ombro e nas costas, além de gastrite e insônia. As pessoas que têm dificuldade em lidar com pressão e excesso de cobranças podem reagir com problemas respiratórios.

Para que esses avisos que o corpo nos envia em forma de doenças não atinjam conseqüências graves, o ideal é que mediante o aparecimento de qualquer sintoma a pessoa procure um profissional capaz de ajudá-la a identificar o que está por trás desse sinal; quais são as emoções e os acontecimentos que desencadearam esses sintomas.

Se o seu relacionamento afetivo ou profissional está te deixando cansado e sem saúde, é preciso rever a forma como você se relaciona e qual é o tamanho da importância que o outro tem na sua vida.

Ao resignificar (dar um novo significado, valor e importância) aquilo que vivemos, podemos nos livrar de mágoa, estresse, excesso de cobrança, cargas desnecessárias e desconfianças infundadas para vivermos com mais alegria, tranqüilidade e principalmente saúde.

Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga. Para mais informações, entre em contato: (11) 2910-4897 / lhano@uol.com.br

Escrito por milena Lhano às 20h16
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