Milena Lhano


27/09/2009


Problemas no relacionamento prejudicam os filhos

Problemas no relacionamento prejudicam os filhos

As crianças sempre prestam atenção ao que acontece ao redor

 

Muitas pessoas ainda carregam consigo a crença antiga que as crianças não prestam atenção e não percebem o que acontece ao seu redor. Baseados nessa crença é que muitos casais têm conversas sérias, discussões acaloradas e até agressões físicas na frente das crianças.

Porém, já é sabido e comprovado que as crianças são capazes de compreender tudo o que se passa ao seu redor, além de captar o clima do ambiente no qual estão inseridas. Ou seja, elas são capazes de perceber se estão vivendo em um local de paz e harmonia, amor ou discórdia, brigas e desunião.

Existem casais que chegam ao ponto de colocar as crianças no meio das chantagens que fazem com o parceiro (Ex: se você se separar de mim nunca mais verá o seu filho), ou incluí-los na discussão (Ex: Você está vendo o que o seu pai faz comigo; Não acredita na sua mãe que ela é louca). Como conseqüência disso os filhos adoecem, ficam agressivos, hiperativos ou apresentam queda de rendimento escolar. Mas a maioria dos casais dificilmente vê esses problemas como reflexo do relacionamento doentio que vivem e acabam vendo a situação da criança como mais um problema a ser solucionado.

Na ânsia de solucionar esse "novo" problema, os pais procuram profissionais para auxiliar a criança, mas não informam ao profissional a situação familiar, por acreditar que isso "não tem nada a ver; criança não entende nada". Quais as conseqüências dessa omissão? Crianças tomando antidepressivos e ansiolíticos fortes e psicólogos procurando distúrbios de atenção inexistentes, entre outros.

Por isso, aqui vai um alerta! Evite brigar na frente das crianças, ou colocá-las no jogo do casal, porque as crianças têm sim consciência do que se passa ao redor delas, ouvem as brigas dos pais e ficam perdidas quando são levadas a ficar contra o pai ou a mãe.  

Brigas na frente de crianças também podem fazer com que os filhos percam o respeito pelos pais, briguem na escola, agridam os colegas e só conversem gritando. Isso ocorre por que as crianças tendem a reproduzir na rua aquilo que vêem em casa. Crianças (principalmente as muito pequenas) são como esponjas: captam tudo o que ocorre perto delas, para posteriormente reproduzir esses comportamentos.

É sabido que as crianças sofrem emocionalmente e psicologicamente quando os pais se divorciam, mas muitas vezes é mais saudável e benéfico para elas viver em harmonia com os pais separados, do que em guerra com eles juntos.

É importante que o casal adepto do pensamento "só não nos separamos porque as crianças vão sofrer" reflita sobre isso e pense se as crianças já não estão sofrendo; se elas já não estão apresentando alterações de comportamento como reflexo da falta de entendimento dos pais.

Caso o casal esteja em vias de se separar, procure um especialista para auxiliar a criança nesse processo, e evite compartilhar a sua raiva do parceiro com a criança para que ela não fique confusa ao praticamente ser obrigada a odiar alguém que ama. Saiba que quem não ama mais aquela pessoa é você, e para os filhos pai e mãe sempre são vistos com amor, admiração e respeito.  

Escrito por milena Lhano às 16h10
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10/09/2009


Noticias

Olá a todos !

Gostaria de me desculpar pelo Blog ultimamente estar desatualizado e pouco interessante, mas o motivo disso é que ultimamente estou trabalhando no meu site pessoal.

Em breve ele estará no ar com todos os meus artigos já publicados. O endereço será www.milenalhano.com.br

Assim que ele estiver no ar, volto a postar aqui.

Beijos a todos.

Milena Lhano

Escrito por milena Lhano às 14h13
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24/08/2009


Grafologia

Olá Pessoal!

Através dessa entrevista no Programa "Mais Você" é possivel conhecer mais sobre a grafologia.

O entrevistado é um grande escritor de livros sobre grafologia no Brasil.

Beijos a todos.

 

Escrito por milena Lhano às 16h41
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12/08/2009


Ajude o seu filho a escolher a carreira

O que você vai ser quando crescer? Essa é a pergunta que todas as crianças e adolescentes já ouviram de alguém pelo menos uma vez na vida. Conforme a saída da escola vai se aproximando, a cobrança dos pais, da sociedade e do próprio adolescente vai aumentando. Para piorar a situação, há escolas que treinam os jovens para serem gênios, entrar na melhor faculdade do país e fazer os cursos de maior tradição e renome, sem se importar muito com a preferência, os sonhos e o perfil psicológico dos alunos.

Em meio a esse turbilhão de cobranças, que conta ainda com a revolução dos hormônios para tornar as coisas mais incompreensíveis, muitos adolescentes se confundem de vez com relação ao seu futuro e podem vir a desenvolver um quadro de depressão, síndrome do pânico e até tentativas de suicidio. Portanto, convém prestar mais atenção aos jovens que estejam passando por essa fase da vida e ao invés de bombardea-los com mais cobranças, comparações com pais e familiares e punições caso eles não entrem em nenhuma universidade, oferecer auxilio e mostrar compreensão com relação aos seus dramas e dilemas que são realmente reais.

Também é indicado encaminhar o jovem à orientação vocacional, pois com alguns instrumentos e a orientação de um profissional ele poderá adquirir maior segurança pessoal com relação a sua escolha. A grafologia, por exemplo, analisa através da escrita a personalidade da pessoa e identifica para qual área o perfil dela é mais indicado.

Para os casos de ansiedade, excesso de cobrança, pensamentos negativos e síndrome do pânico entre outros, o tratamento com os florais tem se tornado eficaz, uma vez que ele tem como função re-equilibrar as emoções da pessoa, superar traumas e evitar o estresse diante de situações de pressão.
Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga. Para mais informações, entre em contato: (11) 2910-4897 / lhano@uol.com.br

Escrito por milena Lhano às 20h20
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Fique atento ao seu relacionamento

Conforme vamos conduzindo a vida e vivenciando novas experiências, somos tomados tanto por emoções boas quanto ruins. Diante de emoções boas, o nosso corpo é tomado por sensações positivas de bem-estar, felicidade, tranqüilidade e calma, que nos enchem de saúde, força de vontade e disposição.

Entretanto, as experiências negativas, questões mal resolvidas, excesso de estresse, sobrecarga e cobrança fazem com que ocorra em nosso corpo uma desarmonia interna. As doenças então são a forma que o nosso corpo encontra de nos dizer que algo não está indo bem.

Muitas pessoas que sofrem de dor de estômago, enxaqueca, insônia e infecções entre outras enfermidades não têm consciência que esses problemas podem ter origem na desarmonia causada por problemas afetivos e de relacionamento.

O excesso de expectativa e cobrança em relação ao companheiro (ou companheira) pode resultar em dor de estômago, gastrite e até ulceras. A insônia pode ter origem nas preocupações infundadas e insegurança com relação ao parceiro, e até imaginações fantasiosas pelo excesso de ciúme. Quem tem medo de se entregar ao outro e de "entrar de cabeça" no relacionamento pode apresentar problemas intestinais.

A vida profissional e o relacionamento com os colegas no ambiente de trabalho contribuem (e muito) para o surgimento de doenças. Quem se desdobra para conciliar a vida profissional e pessoal, pode sofrer com dores no ombro e nas costas, além de gastrite e insônia. As pessoas que têm dificuldade em lidar com pressão e excesso de cobranças podem reagir com problemas respiratórios.

Para que esses avisos que o corpo nos envia em forma de doenças não atinjam conseqüências graves, o ideal é que mediante o aparecimento de qualquer sintoma a pessoa procure um profissional capaz de ajudá-la a identificar o que está por trás desse sinal; quais são as emoções e os acontecimentos que desencadearam esses sintomas.

Se o seu relacionamento afetivo ou profissional está te deixando cansado e sem saúde, é preciso rever a forma como você se relaciona e qual é o tamanho da importância que o outro tem na sua vida.

Ao resignificar (dar um novo significado, valor e importância) aquilo que vivemos, podemos nos livrar de mágoa, estresse, excesso de cobrança, cargas desnecessárias e desconfianças infundadas para vivermos com mais alegria, tranqüilidade e principalmente saúde.

Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga. Para mais informações, entre em contato: (11) 2910-4897 / lhano@uol.com.br

Escrito por milena Lhano às 20h16
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05/08/2009


Liderança

Olá Pessoal !

Recebi essa mensagem e esse vídeo e achei interessante compartilha-los com vocês. Espero que gostem !

Beijos

Milena Lhano

" A menina de 13 anos, Natalie Gilbert, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, num jogo da NBA.

  Vinte mil pessoas no estádio, ela afinadinha. Aí o braço tremeu, ela engasgou, esqueceu a letra... DEU BRANCO!!!

Treze anos. Sozinha, ali no meio... O PÚBLICO ESTUPEFATO ameaça uma VAIA...

De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, apoiando-a, incentivando-a, e trazendo o público junto.

 Bonita CENA e o que é mais incrível - ...

Só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefatos...

 Isso mostra como uma atitude de LIDERANÇA e SOLIDARIEDADE, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar a história do JOGO da vida.

 Será que isso já não aconteceu em nossas vidas?

E a nossa atitude foi igual a do técnico Mo Cheeks ou igual à de todos os outros que estavam ao redor, inertes e com descaso?

 TEM GENTE QUE ESTÁ NO MUNDO PARA AJUDAR ... OUTROS PARA VAIAR.

  PENSE NISSO. AGORA VEJA O FILME. "

 

Escrito por milena Lhano às 18h56
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30/07/2009


Olá Pessoal !!

Em primeiro, quero me descupar pela ausência! Ela é resultado de dois problemas:

1- A demora que o pessoal do site está tendo para publicar os artigos novos;

2- A falta de tempo para pesquisar coisas interessantes e postar aqui !

Em breve novos artigos estarão no ar! Aguardem !!

Como o final de semana está próximo, resolvi postar um vídeo que recebi e que achei muito engraçado e verdadeiro !!

Por incrível que pareça é assim mesmo que funcionamos ! Acho que muitos vão se identificar com algumas partes !

Beijos a todos !

Milena Lhano

 

Escrito por milena Lhano às 19h44
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27/07/2009


Estudo mostra que casamento estável faz bem para a saúde

Washington, 27 jul (EFE).- O casamento estável e de longa duração pode ser bom para a saúde, mas o divórcio e a viuvez deixam uma cicatriz perdurável nas pessoas de meia idade ou idosas, afirma um estudo que será publicado na revista "Journal of Health and Social Behavior".

Voltar a se casar, aparentemente, reduz, mas não tira totalmente, o dano causado pela perda de um casamento - seja por divórcio ou por viuvez -, e que ficam sozinhos depois do fim de seu matrimônio são menos saudáveis do que os que voltam a casar, de acordo com esta publicação da Associação Sociológica Americana.

 

O artigo será publicado na edição de setembro, mas a associação divulgou o relatório hoje na internet.

 

Por outro lado, segundo os pesquisadores, as pessoas que nunca se casaram têm desvantagens em alguns aspectos de saúde comparados aos viúvos ou divorciados, mas estão melhor em outros.

 

"Chegamos à conclusão de que a perda de um casamento é um acontecimento extremamente estressante, e que um período de estresse elevado tem um preço para a saúde", disse Linda Waite, co-autora do estudo, professora de sociologia e diretora do Centro sobre Envelhecimento na Universidade de Chicago.

 

"Imagine que a saúde é dinheiro guardado no banco", acrescentou. "O casamento é um mecanismo de 'poupança', de adição à saúde. Mas o divórcio é um período de despesas muito altas", disse.

 

O estudo observou quatro aspectos-chave da saúde na meia idade: condições críticas, limitações de mobilidade, percepção própria da condição de saúde, e sintomas de depressão.

 

Waite e seus colegas observaram que um transtorno significativo da estabilidade marital, como o divórcio ou a morte do cônjuge, frequentemente tem um impacto prolongado que afeta negativamente as quatro áreas.

 

Os pesquisadores tomaram seus dados de um estudo de saúde e aposentadoria, uma análise nacional longitudinal e representativa que observa a indivíduos com mais de 50 anos.

 

Eles analisaram os dados de 8,652 mil pessoas brancas, negras e hispânicas com idades entre 51 e 61 anos.

 

"Apesar de o refrão dizer 'é melhor ter amado e perdido', os divórcios múltiplos criam prolongadas condições de estresse e prejudicam a capacidade pessoal de orientar a própria vida, e isso é muito pior do que não ter casado", disse Debbie Mandel, especialista em gestão de estresse.

 

"Um bom casamento é como depósitos repetidos e regulares em sua conta de poupança de saúde para a idade adulta e a velhice", acrescentou.

 

As pessoas que nunca se casaram mostraram uma condição de saúde melhor do que a das pessoas casadas com uma história de divórcio ou perda do cônjuge.

 

Apesar de os pesquisadores não encontrarem diferenças no número de condições crônicas na comparação com pessoas que nunca se casaram e as que eram casadas, observaram um grau significativo de mais sintomas depressivos, limitações de mobilidade e pior percepção da própria saúde entre os que nunca se casaram. EFE

Escrito por milena Lhano às 15h52
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24/07/2009


Coisas Esquecidas

Coisa boa é o tempo de namoro. Tempo quando sentimos que somos importantes.
O outro se preocupa, telefona, faz carinho, diz coisas ridiculamente lindas ao nosso ouvido, faz surpresas, dá a mão e beijos intermináveis.
Mas a longa convivência vai apagando aos poucos o essencial de um relacionamento.
Acostuma-se tanto ao outro que certas coisas perdem o sentido.
Esquece-se do beijo na saída e na chegada. E... de antes de dormir.
Esquece-se do abraço bem apertado que diz tanto sem dizer nada.
Esquece-se de datas importantes e comuns aos dois.
Esquece-se de andar lado a lado.
Esquece-se do te amo, do estou feliz porque tenho você.
Esquece-se do poder de uma flor.
Esquece-se... do namoro!
Fala-se do passado como do bom tempo.
Mas... Passado!
E as pessoas surpreendem-se por viverem tão afastadas vivendo juntas.
Um se deita mais cedo, o outro mais tarde; um se levanta, o outro fica.
Fazem amor por obrigação.
Culpa de quem? Dos dois.
Quando há um problema entre um casal a culpa é fatalmente dos dois lados.
Uma coisa conduz a outra.
E muitos casais seguem assim. Juntos, apesar de tudo, cada um do seu lado sofre interiormente de solidão.
Cada um sonha, secretamente, com emoções esquecidas, com grandes paixões.
E ninguém pensa em reacender a brasa.
Ninguém pensa em reconquistar o que se tem, justamente porque se tem.
Mas há tanto que pode ser feito!
Lembre-se das coisas esquecidas!
Lembre-se do início.
O que foi mesmo que te conquistou no outro?
Inversamente, pense no que foi em você que conquistou o outro coração.
Reaviva a chama!
Nunca permita que o essencial morra por causa de trabalho, estresse, filhos e atividades extras.
É essencial estar juntos. Mas, mais que isso, amar juntos de amor inteiro.
É preciso cuidar do amor como se cuida de algo frágil.
A pessoa amada não faz parte dos móveis da casa.
Cuide dela e cuide-se.

Antes que a vida a dois caia no esquecimento.
Não se esqueça de lembrar-se das coisas esquecidas!
Amor não é só coisa para os jovens não. Paixão faz bem em qualquer idade.
Carinho nunca é demais. Atenção cativa.
Reaprenda a amar aquela pessoa que um dia fez bater seu coração mais forte.
Muitas coisas podem ficar esquecidas.
Mas o amor, ele mesmo, nunca se esquece!

Créditos: Letícia Thompson

Escrito por milena Lhano às 15h25
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13/07/2009


6 formas de combater o ciúme patológico

O ciúme é o tema que constantemente vem a tona quando falamos sobre relacionamento afetivo, isso porque dentre as mais diferenciadas emoções humanas essa é uma emoção extremamente comum. Todos nós cultivamos certo grau de ciúme e alguns dizem que esse sentimento é necessário em todo relacionamento, porque afinal, quem ama cuida.

O sentimento denominado amor geralmente é acompanhado do ciúme. E o ciúme muitas vezes aparece sob o véu do cuidado, do zelo e da preocupação com a pessoa amada. Quem ama o outro sente a necessidade de fazer com que a pessoa se sinta realmente amada, acolhida, querida e respeitada no relacionamento.

Existe sim o ciúme em nível normal que tem como função cuidar e proteger da pessoa amada e do pedaço de nós que está depositado nela (o nosso amor, as nossas expectativas, os nossos ideais, sonhos e etc.). Logo, todos nós, alguma vez, em maior ou menor grau já o sentimos.

O ciúme patológico pode surgir quando uma das partes sente que o parceiro não está conectado a ela da forma como gostaria e começa a criar fantasias, crenças e certezas que só existem na imaginação. Para o ciumento, as dúvidas e incertezas são vistas como verdades concretas, daí amigos de trabalho viram rivais, os compromissos do outro viram desculpas para traição e etc.

É comum pessoas que deixam a sua vida de lado para seguir os passos do companheiro, que perdem o sono pensando na possibilidade de uma traição e aqueles que têm a sua individualidade invadida e constantemente revirada pela desconfiança e o excesso de controle do parceiro (ou parceira).

Como saber se o seu ciúme, ou do seu parceiro, está em níveis normais ou já está se transformando em uma patologia? A pessoa cujo ciúme encontra-se dentro do normal, baseia os seus questionamentos, desconfianças e inseguranças em fatos reais e concretos.

Já o ciumento doentio tende a fantasiar situações, viver buscando indícios de infidelidade e tem a sua vida pessoal prejudicada pelo fato de não conseguir pensar em outra coisa que não sejam as suas fantasias e desconfianças. Ele tende a experimentar sentimentos como ansiedade, depressão, angústia, raiva, vergonha, insegurança, humilhação, culpa e desejo de vingança.

Mas o que fazer quando somos vitimas ou sofremos desse sentimento exagerado?

1) Colocar-se no lugar do outro, ou pedir ao companheiro que coloque-se em seu lugar a fim de imaginar como é a vida da pessoa que é vitima constante de acusações infundadas,
2) Reconhecer e admitir as suas qualidades e perceber que se elas não fossem encantadoras, o outro não teria motivos para estar com você;
3) Adquirir maior segurança (em si e no outro);
4) Procurar ajuda médica e psicológica quando a patologia estiver caminhando para níveis muito avançados;
5) Se você é vitima de um ciumento (ou ciumenta) patológico, evite dar as explicações pedidas e permitir que o outro comande a sua vida, porque ao agir dessa forma, você está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para o outro.
6) Procure ajuda ou denuncie o seu parceiro (ou parceira) caso você esteja sendo vítima de agressões físicas ou ameaças.

"Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança." (William Shakespeare)

Escrito por milena Lhano às 22h49
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10/07/2009


Como ter um relacionamento duradouro e feliz.

O psiquiatra Flávio Gikovate dá entrevista exclusiva para a GLOSS e afirma: "O amor não é um parque de diversões."

GLOSS - Baseada na sua experiência como profissional, quais conselhos você daria a quem está pensando em casar agora? O que é importante levar em conta, observar, refletir para ter um relacionamento duradouro e feliz?
Flávio Gikovate - O primeiro ingrediente para um relacionamento duradouro reside na escolha do parceiro: quanto maiores as afinidades de gostos e interesses, mas, principalmente, de caráter, melhor. Gente honesta deve se relacionar com gente honesta. Isso é essencial, pois, se a aliança se faz com alguém que mente ou que é mais para egoísta, por exemplo, os problemas ficarão agravados depois do casamento.

Outro fator é não ser ingênuo ou otimista: convém pensar que ao casar, todos os problemas e dificuldade pioram, sim! As pessoas se acomodam e mostram mais a sua face negativa. Assim, é preciso que tudo, inclusive o sexo, esteja 100% durante o namoro porque talvez venha a piorar um pouco. 

Um terceiro conselho: um relacionamento não permanece encaixado e funciona bem automaticamente. Ou seja, é preciso cuidado, atenção com o outro, esforço para que as afinidades e projetos de vida continuem convergentes. Isso não é fácil e exige muita atenção sobre os próprios anseios, os do parceiro e cuidado nas conversas e negociações. Aliás, elas devem existir o tempo todo porque os pontos de vista serão divergentes em muitos aspectos e os diálogos tem que ser respeitosos para serem produtivos.

G - O amor de hoje é diferente do amor de antigamente? É importante manter a individualidade? Uma certa renúncia não é inerente ao relacionamento, ou seja, não temos sempre de abrir mão de coisas em prol da relação?
FG - Antigamente, as concessões eram grandes porque os casais imaginavam que tinham que fazer tudo juntos. Quase sempre havia um que concedia e o outro, o mais egoísta, que abusava da tolerância do mais generoso. Além disso, a idéia que estava em vigor era a de que ao homem cabia dirigir a vida a dois. Isso não é mais verdade: as moças representam 60% dos estudantes universitários, de modo que em breve estarão mais bem preparadas e ganhando mais que a média dos homens. A independência sexual e financeira da mulher, junto com os avanços tecnológicos de utilização individual (IPod, computador, DVD, etc) tem feito crescer a individualidade das pessoas, o que é uma ótima notícia. Assim, em vez de concessões, que por vezes tem que ocorrer, a chave de um relacionamento sereno é o respeito pelas diferenças, gostos e individualidades. Ou seja, quando se gosta da mesma coisa, se faz junto. Quando um gosta e o outro não, cada um faz o que gosta e se encontram depois. Ambos felizes. Quem faz as concessões acaba se aborrecendo internamente e não raramente arruma uma briga por algum motivo fútil.

G - Como resolver interiormente a sensação de desemparo e de insegurança para deixar de depender do parceiro amoroso?
FG - Nenhum de nós consegue resolver completamente a sensação de desamparo que nos acompanha desde o nascimento. Por isso mesmo gostamos de ter um parceiro amoroso. Podemos lidar com essa sensação individualmente. Um dos recursos é, por exemplo, manter-se ocupado e entretetido tanto com o trabalho como com leituras, esportes, cinema, amigos, etc. O que tem que ser claro é que o parceiro sentimental não tem que ser o remédio definitivo, único e permanente para o nosso desamparo. O nosso desamparo é problema nosso! O parceiro, quando presente, nos ajuda muito, mas não é sua obrigação nos aliviar o tempo todo das sensações íntimas dolorosas.

G - Com o passar dos anos, a maioria dos casais não sente mais aquela paixão avassaladora do início, aquele êxtase. Porque isso acontece? É possível reacender esta chama e manter um relacionamento longo e feliz?
FG - É possível, sim, que o amor permaneça igualmente intenso e gratificante por toda a vida. É claro que terá altos e baixos, dependendo do comportamento do parceiro e do nosso estado de alma. O que desaparece é o componente do medo que está associado à paixão: paixão = amor + medo. O medo é relacionado com o risco de ruptura, além do medo da felicidade, condição com a qual acabamos por nos acostumar. Com o casamento, os temores de ruptura diminuem muito e o medo se atenua. Aí, o essencial é não se acomodar e tratar de conservar a riqueza de conversas.
A intimidade depende também de um fator essencial: não julgar o parceiro o tempo todo. Existem muitas pessoas que não sabem ouvir a não ser com a idéia de encontrar e apontar os defeitos do outro. Isso é horrível, pois acaba levando o outro a se calar, a omitir tudo aquilo que poderá ser passível de crítica. Com isso, a intimidade se prejudica e, ao longo do anos, pode vir a se romper de modo radical.

G - É possível, depois de 30, 40 anos de casamento, ser uma pessoa que ainda provoque interesse no outro? Como não deixar que a rotina mate o relacionamento? Pessoas muito diferentes conseguem manter um relacionamento longo ou é preciso haver compatibilidades?
FG - Já afirmei que a harmonia conjugal depende essencialmente das afinidades, principalmente as de caráter. É impossível confiar em um parceiro que mente, que é insincero. Com o tempo isso destrói o eventual encantamento e o amor desaparece.

A rotina não perturba o cotidiano a não ser quando ela é muito chata! Rotinas agradáveis, compartilhadas com alegria, são uma dádiva. Não é a rotina que destrói o relacionamento, mas a falta de criatividade de modo que só sobra o cotidiano que é forçosamente repetitivo. 

Para que as pessoas continuem a ser interessantes para seus parceiros é preciso que elas se reciclem, renovem seu repertório, tenham interesses e se dediquem a eles. O casamento não é chato, chatas são as pessoas que não progridem, que não leem, não assistem a filmes, não acompanham as notícias, não tem nada de novo para dar. Chatas são as pessoas que acham que seus parceiros estão no mundo para entretê-las e não percebem que elas mesmas devem encontrar os meios de fazer a vida agradável. 

As pessoas esperam do parceiro o que deveriam buscar em si mesmas. Amor é o sentimento que temos por quem nos provoca a adorável sensação de paz e aconchego que neutraliza momentaneamente nosso desamparo. Amor não é entretenimento, não é parque de diversões. Aventuras devem acontecer juntos ou separados, em atividades profissionais, intelectuais, projetos de viagem, etc.

Escrito por milena Lhano às 15h41
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02/07/2009


Olá !!

Achei importante compartilhar esse vídeo porque nele podemos ver como é possível o amor existir apesar das diferenças.

E também o quanto o relacionamento pode se beneficiar e ser tranqüilo quando entendemos, respeitamos e amamos o outro da maneira como ele é.

Mesmo que seja bem diferente de nós !!

Escrito por milena Lhano às 14h44
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29/06/2009


Namorofobia

 

A praga da década são os namorofóbicos. Homens e mulheres estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, freqüentam as respectivas casas, tudo numa freqüência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro.
- É tua namorada? - Não, a gente tá ficando. Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade.
Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento - não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico.
Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir.
A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO.
Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar?
Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque "a gente tá ficando" que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é?

(Danusa Leão)

Escrito por milena Lhano às 15h09
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26/06/2009


Dificuldades no relacionamento entre sogra e nora

Dificuldades no relacionamento entre sogra e nora - Muitas vezes as duas travam um campo de batalha para conviver


O ato de duas pessoas se conhecerem, namorarem e casarem faz parte do desenvolvimento humano. Porém, muitas vezes o casal é composto por duas pessoas que têm enraizadas em si costumes, tradições, valores e rotinas muito diferentes uma da outra, e são justamente essas diferenças as responsáveis pela grande maioria dos problemas de relacionamento e os conflitos familiares.

Alguns casais quando passam a conviver sob o mesmo teto até conseguem estabelecer limites e acordos para que um respeite as idéias e os princípios do outro. O problema é que quando casamos, não casamos apenas com uma pessoa, mas sim com uma família que inclui pai, mãe, irmã, cunhado, cunhada, sogro, sogra e etc.

Culturalmente é sabida a dificuldade que muitas noras e sogras têm de se relacionar. Algumas passam a vida trocando farpas, outras não conseguem conversar e conviver no mesmo lugar e há até algumas que abandonam o relacionamento por conta da interferência constante da sogra na vida do casal. Esse problema não é novidade, pois segundo algumas pesquisas realizadas há três décadas a interferência dos sogros era o principal motivo de problemas conjugais.

Entre os principais motivos de intrigas e dificuldades nesse relacionamento, pode-se destacar o fato da nora ver a sogra como rival, a mãe ter a sensação de aquela outra mulher está lhe tirando o filho, a disputa pelo poder sobre aquele homem, a dificuldade em aceitar e conviver com as diferenças de opinião, a necessidade de atenção e o ciúme excessivo.

A mãe que tem uma forte relação de dependência com seu filho vê o casamento deste como uma forte separação sentimental que, facilmente, se transforma em repulsa ou ciúme para com a nora, que é quem lhe "rouba" o filho. Pode surgir, então, uma tendência, muitas vezes inconsciente, de criticar a nora em todas as suas ações e gestos, multiplicando os conselhos e tentando recolocar o filho sob sua influência.

Outro grande motivo de conflito é o fato de o filho sustentar financeiramente a mãe, pois muitas esposas acreditam que seus maridos são explorados, atribuindo a culpa disso às suas sogras.

A chegada de um neto é um acontecimento decisivo, pois a nora pode sentir-se despreparada para cuidar de uma criança e procurar o auxilio da sogra, ou então as duas podem disputar quem tem a melhor forma de cuidar e educar uma criança. Nessa fase é necessária muita atenção e cautela para que a mãe não transfira o seu ódio para o filho e a criança comece a evitar a avó.

Essa relação pode ficar ainda pior quando ambas necessitam morar na mesma residência, seja por dificuldades financeiras do casal ou pelo fato da sogra não ter condições de morar sozinha. O ideal seria evitar ao máximo morar junto com parentes, para que o relacionamento do casal não se desgaste ou sofra com interferências externas. Mas se a situação é inevitável, o ideal é que a sogra não interfira na vida da nora, evite frases maldosas e em hipótese alguma interfira nas brigas ou discussões do casal.

É sabido o quão desgastante é para ambas viver nesse conflito eterno, mas a situação é muito pior para o homem que fica entre a mãe e a esposa o tempo inteiro. O papel do marido/filho é fundamental no desenvolvimento da relação sogra-nora. Cabe a ele saber separar o amor de mãe e o amor de esposa e colocar estas duas mulheres nos seus lugares. O homem não deve dar motivo para que elas entrem em conflito (como por exemplo, contar o que uma diz da outra) e, se isso ocorrer, mesmo que independentemente de sua vontade, ele deve saber lidar com essa situação, tentando melhorá-la através de conversas com ambas e atitudes que demonstrem amor pela esposa e pela mãe

Mas será que esse relacionamento ruim tem jeito? Os conflitos e problemas podem e devem ser administrados de forma saudável. Se ambas (ou uma das partes) amadurecerem emocionalmente, poderão compreender-se mutuamente e tomarão consciência que não precisam competir, já que cada uma exerce um papel diferente na vida do homem. Provavelmente, este seja um grande desafio para ambas as partes, que necessita ser superado para que haja a construção de uma relação saudável.

Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga Para mais informações, entre em contato: (11) 2910-4897 / lhano@uol.com.br / http://lhano.blog.uol.com.br

Escrito por milena Lhano às 16h49
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25/06/2009


A FELICIDADE É UMA CAIXINHA

Felicidade é uma caixinha pequena que insistimos em guardar escondido para um dia usarmos. Todos os dias acordamos pertinho dessa caixa, mas com nossos sonhos mais loucos vamos guardando a caixinha nos lugares mais altos, cada vez mais longe de nossas mãos.

Algumas pessoas andam com essa caixinha nas mãos diariamente e quando encontram o primeiro obstáculo amassam a caixinha com reclamações e choro de quem nem ao menos tentou lutar.

Outras pessoas carregam a caixinha da felicidade na bolsa, usam como arma, na empresa, na escola e na rua com os amigos descarrega a caixinha mostrando seu melhor sorriso, mas quando chegam em casa, na hora do convívio com sua família guardam a caixinha e fecham a cara, o mau-humor é a sua marca registrada em casa.

Existem pessoas que carregam a sua caixinha de felicidade e nem sabem que a possuem, são os verdadeiros amigos, a pessoa amada, filhos, ou o emprego que elas não se cansam de reclamar. Só percebem que possuíam a caixinha da felicidade quando a perdem, quando conseguem afastar todos de sua vida porque passaram o tempo todo correndo atrás do "ouro dos tolos".

E tem aqueles que buscam encher a sua caixinha com um monte de tranqueiras numa corrida desesperada para encontrar em algum bem material a sua paz. Essas pessoas colocam na caixinha carros de luxo, apartamentos que nunca vão utilizar por completo, casas e mais casas que nunca vão morar, bebidas caríssimas, roupas que valem 500 cestas básicas, anéis e colares que nem cabem na caixinha. Acabam indo para o "caixão" sem poder levar nada de bom, nada de eterno...

E você? Onde você guarda a sua caixinha da felicidade? Ela anda sempre com você, ou você a coloca sempre nos lugares mais distantes? felicidade para você é viver este dia ou somente quando possuir aquela casa, aquele carro, aquela pessoa, aquele filho, aquele..., aquela, isso, aquilo.
Aprenda que a felicidade é uma caixinha, e está onde você quiser levar, use-a diariamente, seja educado, evite reclamações, ouça mais as pessoas, preocupe-se um pouco com o mundo a sua volta, descubra que todos tem problemas e as vezes bem maiores que o seu, esforce-se mais, lute mais um pouco, não desista, não permita que algo ou alguém roube a sua paz.

A felicidade é uma caixinha que você pode levar para onde quiser, se eu fosse você, não a largaria por nada desse mundo. Pense nisso.

Escrito por milena Lhano às 11h28
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